Resenha: O Último Homem Bom por A. J. Kazinski

Queridos leitores, gostaria de lhes avisar que este best-seller é somente para aqueles que aguentam grandes emoções. Para resumi-lo em apenas uma palavra, não acharia outra mais adequada que não: ESPETACULAR.

Título: O Último Homem Bom
Série: Niel Bentzon #1
Autor: A. J. Kazinski
Editora: Tordesilhas
Páginas: 480
Ano: 2013
Onde comprar: Saraiva | Submarino
Uma série de mortes estranhas ao redor do mundo chama a atenção de um policial italiano. Todas as vítimas eram humanitários e apresentavam na pele uma marca desconhecida. Inicia-se assim uma investigação sobre o que parece ser o assassinato em série de um grupo de pessoas genuinamente boas e honradas. Juntos, o detetive dinamarquês Niels Bentzon e a astrofísica Hannah Lund embarcam na missão de descobrir o que está acontecendo.

10 Livros para Ler em 2015!


Eu sou uma péssima leitora em desafios e maratonas. A responsabilidade de ter que ler alguma coisa me deixa nervosa e no final, frustrada já que eu não consigo alcançar o meu objetivo. Por isso esse ano não me empolguei para participar de nada assim, mas como tinha lá minhas metas de Ano Novo para serem cumpridas no decorrer desse ano, separei  10 livros para ler em 2015. Não sei se será possível ler todos porque tem verdadeiros calhamaços na lista, mas prometo que me empenharei o máximo em conseguir. Vamos a lista?

Resenha: Eu, Robô por Isaac Asimov

Eu nunca fui uma grande leitora de contos, mas estou tentando me inserir nesse universo aos poucos. Para tanto, tenho lido livros com compilações que tenho interesse seja pela temática, seja pelo autor que os escreveu. Desde que li “As Cavernas de Aço” de Isaac Asimov, fiquei ansiando pela oportunidade de ler algo mais dele, por isso quando recebi “Eu, Robô”, não tive dúvidas que mais uma vez iria mergulhar no universo da robótica e descobrir todas as facetas que o autor podia apresentar a respeito das Três Leis da Robótica através desse livro de contos.

Título: Eu, Robô
Autor: Isaac Asimov
Editora: Aleph
Ano: 2014
Páginas: 320
Onde comprar: Saraiva | Submarino
Sensíveis, divertidos e instigantes, os contos de Eu, robô são um marco na história da ficção científica, seja pela introdução das célebres Leis da Robótica, pelos personagens inesquecíveis ou por seu olhar completamente novo a respeito das máquinas. Vivam eles na Terra ou no espaço sideral; sejam domésticos ou especializados, submissos ou rebeldes, meramente mecânicos ou humanizados, os robôs de Asimov conquistaram a cabeça e a alma de gerações de escritores, cineastas e cientistas, sendo até hoje fonte de inspiração de tudo o que lemos e assistimos sobre essas criaturas mecânicas.

Top 10: Melhores Leituras de 2014


Recentemente trouxe para vocês a minha retrospectiva literária do ano que passou. Nela, prometi elaborar um Top 10 com as minhas melhores leituras de 2014 com certa variedade de gêneros para que leitores de todos os gostos pudessem tirar uma dica ou outra de leitura. No entanto, tenho que confessar que não foi nenhum pouco fácil, já que percebi que os livros que mais gostei giraram em torno de basicamente um mesmo gênero: o policial. Mas isso não quer dizer que eu fracassei na minha promessa, pois depois de muito pensar e reler minhas resenhas cheguei a essa lista final...

Falando sobre... Livros e Adaptações


Recentemente o autor Stephen King concedeu uma de suas raras entrevistas à revista Rolling Stone. Nela, além de explanar alguns detalhes a respeito do seu processo criativo e da maneira como ele enxerga o terror, ele também reacendeu o debate acerca das adaptações de livros. Declarando que não gosta do filme “O Iluminado” dirigido por Kubrick por causa dos diferentes tons que cada obra emprega a história, ele ainda disse:
As pessoas obviamente adoram o filme, e não compreendem por que eu não gosto. O livro é quente, o filme é frio; o livro termina com fogo, e o filme, com gelo. No livro, existe um verdadeiro arco em que você vê este sujeito, Jack Torrance, tentando ser bom, mas que, pouco a pouco, vai se tornando maluco. E, quando assisti ao filme, Jack era louco desde a primeira cena. Tive que ficar com a boca fechada na época. Era uma exibição antecipada, e Jack Nicholson estava presente. Mas fiquei pensando comigo mesmo, no momento em que ele apareceu na tela: “Ah, eu conheço esse cara. Eu já o vi em cinco filmes de motoqueiro, em que Jack Nicholson fazia o mesmo papel”. E é tão misógino. Quero dizer, Wendy Torrance simplesmente é apresentada como uma dona de casa que não para de berrar. Mas essa é só a minha opinião, é só o jeito como eu sou.

A verdade é que não é nenhuma novidade que não só autores, como também, leitores travam uma verdadeira batalha entre o amor e ódio com relação às adaptações de obras literárias. Mas qual seria o real motivo para isso?

Resenha Especial: Chapeuzinho Vermelho por Jacob e Wilhelm Grimm


Título do Conto: Chapeuzinho Vermelho
Autores: Jacob e Wilhelm Grimm
Título do Livro: Contos de Fadas
Editora: Zahar
Ano: 2013
Páginas: 33 a 43 (452)
Onde comprar: Submarino
Branca de Neve, Cinderela, João e Maria, Rapunzel, O Gato de Botas, O Patinho Feio, Pele de Asno, A Pequena Sereia, O Pequeno Polegar... Essa bela Edição Comentada e Ilustrada traz as mais famosas histórias infantis em suas versões originais, sem adaptações. São ao todo 26 contos de Grimm, Perrault e Andersen, entre outros, enriquecidos por centenas de notas que exploram suas origens históricas e complexidades culturais e psicológicas, além de uma apresentação, elaboradas por Maria Tatar, eminente autoridade no campo do folclore e da literatura infantil. O volume conta também com uma extraordinária coleção de cerca de 240 pinturas e desenhos, muitos deles raros, de ilustradores célebres como Arthur Rackham, Gustave Doré, George Cruikshank, Edward Burne-Jones, Edmund Dulac e Walter Crane. E traz ainda biografias de autores, compiladores e ilustradores, além de apêndices com diferentes versões de alguns contos.

Resenha: O Jogo de Ripper por Isabel Allende

Isabel Allende possui uma legião de leitores e sempre fez sucesso pelo toque místico que ela deu aos seus livros. O romance sempre foi o gênero que ela se sentiu confortável, mas então propuseram a ela e ao seu marido, o escritor William C. Gordon, que escrevessem um livro policial juntos. No entanto, como a própria autora disse no livro, a parceria não deu certo e ela continuou com o projeto sozinha. Talvez isso explique algumas das conclusões que tirei após a leitura de "O Jogo de Ripper"...

Título: O Jogo de Ripper
Autora (a): Isabel Allende
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 490
Ano: 2014
Onde comprar: Saraiva | Submarino
O Primeiro e aguardado romance policial de Isabel Allende. Ripper é um inocente jogo de RPG que envolve cinco participantes de diferentes países, reunidos via Skype, para desvendar enigmas criminais. Amanda, filha de um policial da divisão de homicídios de São Francisco, é viciada em crimes sinistros e neste jogo de mistério online. Quando o vigia de uma escola é assassinado e uma série de mortes misteriosas começa a acontecer em São Francisco, os cinco jogadores de Ripper se envolvem com os casos. Afinal, eles logo se dão conta de que os crimes parecem ter sido cometidos por um mesmo assassino. Mas o que deveria ser apenas um entretenimento vira questão de vida ou morte quanto Amanda percebe que o cerco do serial killer se fecha em torno de alguém que ela ama. Um plano perverso, premeditado até o último detalhe, está prestes a se tornar realidade. A escritora chilena Isabel Allende faz sua estreia no gênero policial em um romance repleto de intrigas, humor e ironia.